Uma Eterna Recorrência
Às vezes, calho de regredir,
Numa espécie de sossego,
Numa forma de desatino,
Algum conjunto de defeitos.
Limite do qual me esgueiro:
Uma gangorra de sentimento
Indo, vindo; e eu, sorrateiro,
Sempre encurralado,
Ainda que atento.
Sei que não devo!
Onde, no passado que ateio,
Apareço ou
Reapareço
Em cada momento,
Sempre e sempre e sempre...
Regredindo...
Ora devaneio, ora saudade.
Dentro de um veio,
Risos e passeios;
Indo, vindo e
Guardando os dias...
Um pouco do tempo que parte
- Entre todos os tempos que fico -,
"Sempre" é o tempo que me invade.
De regredir sei muito
A que me devo progredir, penso...
Cansado, mas avante:
Um dia é menor que um instante...
Nunca deveria viver
(Havendo assim mesmo uma vida)
A ver que ela me passa distante.
Repito o passado e repito...
A sala novamente se esfria,
Todos os quartos vazios,
Todos os sonhos felizes...
Outra vez amando, mas num'outra vida.
Numa espécie de sossego,
Numa forma de desatino,
Algum conjunto de defeitos.
Limite do qual me esgueiro:
Uma gangorra de sentimento
Indo, vindo; e eu, sorrateiro,
Sempre encurralado,
Ainda que atento.
Sei que não devo!
Onde, no passado que ateio,
Apareço ou
Reapareço
Em cada momento,
Sempre e sempre e sempre...
Regredindo...
Ora devaneio, ora saudade.
Dentro de um veio,
Risos e passeios;
Indo, vindo e
Guardando os dias...
Um pouco do tempo que parte
- Entre todos os tempos que fico -,
"Sempre" é o tempo que me invade.
De regredir sei muito
A que me devo progredir, penso...
Cansado, mas avante:
Um dia é menor que um instante...
Nunca deveria viver
(Havendo assim mesmo uma vida)
A ver que ela me passa distante.
Repito o passado e repito...
A sala novamente se esfria,
Todos os quartos vazios,
Todos os sonhos felizes...
Outra vez amando, mas num'outra vida.
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